As baleias do Chile e o Dilúvio

Crédito imagem: Instituto Smithsonia
(Mais fotos no final desse post)



Em fevereiro de 2014, diversos meios de comunicação nacionais e estrangeiros comemoraram com grande alarde mais uma suposta vitória de cientistas naturalistas pela "solução" de mais um mistério que havia deixado muita gente com a pulga atrás da orelha. A boa notícia seria uma teoria que resolveria o enigma de como restos de baleias e diversos animais marinhos foram enterrados no deserto do Atacama - Chile (região chamada de Cerro Ballena, já conhecida por ter diversos fósseis do animal).

Os resultados da pesquisa foram divulgados pela publicação especializada Proceedings B of the Royal Society:



Analisando o estudo: A Teoria sem fundamento

Reprodução: Royal Society Publishing
- O Resultado da espectroscopia, a análise química do material, com a varredura sob a luz não encontrou fragmentos de células de algas, o óxido de ferro apesar de indicar a possibilidade de algas, não é decreto para a sua existência. 

Embora existam casos modernos de encalhes de baleias relacionados às algas venenosas, não há registro fóssil dessas possíveis algas nos animais encontrados no
Chile.

-  Psilonichnus - Interpretação baseada em traços semelhantes a animais invertebrados, porém, há espécies de caranguejos e invertebrados que não vivem exclusivamente em marés. E Mesmo que fossem animais de marés não ajudaria muito na problemática maior, como veremos mais abaixo.


Datação de milhões de anos são precisas?


As datações são baseadas em suposições à respeito de eventos que ocorreram no passado. Os resultados podem ser tendenciosos em direção a idade desejada.

Algumas suposições criticas podem afetar os resultados dessas datações:

- As condições inciais de amostra de rocha  são conhecidas com exatidão.

- A quantidade  de elementos  pai e filho de uma amostra não foi alterada por outros processos que não o decaimento radioativo.

- A taxa de decaimento(ou meia vida) do isótopo pai permaneceu constante desde que a rocha foi formada.

As datações do modelo evolucionista são moldadas para caber dentro da filosofia evolucionista, veja mais informações sobre como tudo isso é muito falho na página abaixo, inclusive com vários testes feitos em laboratório:

http://www.icr.org/creation-radiometric/


Como se formam os fósseis?

"Por vezes, os restos orgânicos ficam rapidamente envolvidos num material protetor que os preserva do contato com a atmosfera, da água do mar e da ação dos decompositores. 

Este processo é raro (acontece em menos de 1% das situações), complexo e geralmente só as partes duras (troncos, conchas, carapaças, ossos e dentes) fossilizam. Na fossilização os compostos orgânicos que constituem o organismo morto são substituídos por outros mais estáveis nas novas condições. Estes podem ser calcite, sílica, pirite, carbono, entre outros."http://fossil.uc.pt/pags/formac.dwt


Para ter ocorrido o processo de fossilização em massa, o mais provável é que esses animais foram soterrados rapidamente. 

Os dados da pesquisa burlam o observável e partem para a Imaginação pura:
Crédito imagem: Instituto Smithsonian
a-) Depois de mortos repentinamente e do mesmo jeito, conforme análise 3D da posição dos ossos, as carcaças viajaram rapidamente até o local por supostas tempestades e correntes marítimas, com todo o evento mantendo esqueletos praticamente intactos.

b-) Depois da decomposição orgânica, os ossos não foram destruídos no processo normal depois de anos, tornando o material não identificável. Ou mesmo pela deterioração por Osedax.

c-) Além de viajar uma distância considerável, mantendo seus esqueletos inteiros, ao chegar no local, milagrosamente, sedimentos foram despejados lentamente por cima, fazendo com que o material entrasse no lento processo de fossilização.

Veja no exemplo abaixo, como é o processo natural, onde animais de grande porte mortos ficam depositados no fundo, servindo de banquete para vários tipos de animais, que se alimentam da carne, gordura e até ossos (lembrando que os fósseis encontrados no deserto do Chile estavam praticamente intactos), esses animais são muito grandes e servem de alimento para populações de peixes, são lares de ecossistemas complexos:


Crédito imagem: MBARI
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Somente uma tragédia de grandes proporções, um soterramento rápido, explica o caso das baleias do Chile.

Ou seja, nessa primeira parte já dá para perceber que vieram com conjecturas improváveis disfarçadas de estudo sério, e a mídia sem pestanejar, abraçou tudo, mesmo com a teoria tendo mais furo que queijo suíço.

A Localização abafada: 

Que evento observável pelo homem poderia ter transformado o lugar em monte no deserto?

Colina da Baleia( Cerro Ballena) - Chile 
Crédito imagem: Google Maps and Google Earth

A região é completamente problemática para a explicação dos cientistas evolucionistas, e foi tratada sem a devida importância, como assunto secundário.

A região do Atacama(no mapa do Google mais abaixo) tem várias partes muito acima do mar, Cerro Ballena está à quase 1km de distância do mar, e 40 metros acima de seu nível, o que já é alto, mas antes de Cerro, tem regiões ainda mais altas, com mais de 300 metros acima do mar.


Eventos documentados não tem poder para reconfigurar posteriormente o local da forma imaginada, insistir nisso é cair em suposições sem base. Exemplo:


Foto de satélite do antes e depois da costa noroeste de Sumatra, depois do Tsunami de 2004.

O estudo admite que a causa não foi tsunami, porém se omite em dizer, baseado em exemplos observados, como a região poderia ter sido modificada. 

Nas fotos acima, de um evento de 2004, podemos ver que a água arrasou a vegetação e obviamente edificações do lugar, mas o terreno se mantém praticamente o mesmo, só a praia teve algumas pequenas alterações em sua orla, mas nada excepcional, perceba que os Tsunamis não tem energia suficiente para reconfigurar o que eles acreditam ter sido o cemitério de baleias, à quase 1 km da praia, nem o maior tsunami documentado, nem ocorrência deles ao longo do tempo, teria energia suficiente para tamanha transformação.

Crédito imagem: IKONOS / CRISP; NATL UNIV. CINGAPURA / GeoEye


Com 9.5 pontos na escala de magnitude, o terremoto de Valvídia no Chile, é o  maior já documentado, o tremor, ocorrido em 22 de maio de 1960, com epicentro no município de Valdívia, matou 2.000 pessoas e gerou um maremoto com ondas de até 10 metros. As ondas apagaram do mapa cidades inteiras(ou seja, destruíram edificações, veja foto) na costa chilena e fizeram vítimas também em outros países banhados pelo Oceano Pacífico.
Crédito imagem: Wikimedia Commons

Os maiores terremotos documentados, sejam seguidos de tsunamis, ou não, destruíram edifícios, pontes, estradas, criaram grandes rachaduras, pequenos bancos de sujeiras no mar que somem em pouco tempo (chamados de vulcão de lama), inundaram kms de distancia, e causaram a morte de dezenas de milhares de pessoas, mas nenhuma movimentação de tectônicas documentada seria capaz de promover, seja o tempo que for, a reconfiguração de um local a tal ponto (criando terrenos/estruturas fixas), para que pudesse ser usada como referência para o ocorrido no Chile (onde uma área extensa ligada ao mar sofreu uma transformação radical e permanente)

Crédito imagem: Google Maps

Conclusão:

Nenhuma observação de ocorrência natural de placas tectônicas uniformitarista dá condições para ser usada como base para explicar a localização das baleias no Chile, tampouco as condições de seus fósseis, assim como não explicam também tantas outras transformações geológicas existentes no nosso planeta.  

Somente um cataclisma de grandes proporções e sem igual no mundo, com energia jamais vista, se encaixa como causa dessas baleias enterradas no deserto do Chile, e de tantos outros episódios como esse.

Portanto, mais uma forte evidencia cientifica do dilúvio bíblico, que foi o maior evento catastrófico generalizado da terra.



Mais fotos:

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

Crédito imagem: Instituto Smithsonia

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